
“Nós já estávamos crescendo acima de 2%. O Brasil já estava decolando quando bateu a crise do coronavírus”, afirmou.
“Nós sabemos que vamos sair disso. É claro que o mundo inteiro está gastando mais agora por causa da crise. Então, nós também temos que gastar um pouco mais. Mas é um ano excepcional”, prosseguiu o ministro.
“Nós vamos surpreender o mundo de novo. No ano passado, surpreendemos o mundo com pessoas nas ruas defendendo a reforma da Previdência, enquanto milhões na França protestavam contra essa reforma lá. […] Vamos prosseguir com as reformas econômicas.”
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