
A turma de Rodrigo Maia acusa o presidente Jair Bolsonaro de até hoje não ter "desmontado o palanque". Agora, o presidente da Câmara e aliados querem montar o seu.
Em entrevista a CNN o Presidente Bolsonaro fez duras criticas ao presidente da Câmara Rodrigo Maia, o Presidente acusou Maia de trabalhar contra o Brasil, após essa declaração Rodrigo Maia sofreu um duro golpe.
"ForaMaia foi um dos assuntos mais comentados no mundo desde a entrevista do presidente, xingamentos e pedido de Fora Maia tomaram conta da web.
Aliados de Maia já trabalham com a hipótese de dissidências em seu núcleo de apoio. Nesse cenário, consideram que o presidente da Câmara teria condições de aglutinar em torno de si, além de seu partido, também o PSDB e MDB, de forma a montar um grupo "mais identificado como um bloco de oposição".
Em outras palavras, Maia se distanciaria da mal-afamada marca do "centrão" e passaria a liderar um grupo mais autorizado a "bater forte" no governo, aproveitando-se da apatia estratégica do PT, que vem preferindo aguardar o presidente sangrar.
Maia e aliados preveem que a batalha contra Bolsonaro se estenderá até 2022. É consenso no grupo que o impeachment de um presidente da República com 30% de apoio popular é inviável - lembrando que a petista Dilma Rousseff só caiu quando sua aprovação desceu para um dígito.
30% Segundo o Datafolha que tanto eu ou você sabemos que esse número beira os 70%.
Haveria, portanto, dois anos de enfrentamento à vista. Ou melhor, um ano e meio, já que, como diz um deputado, "o resto é campanha". Os palanques à vista mostram que o parlamentar erra no cálculo. Antes fosse só o resto.
Tentem o impeachment de Bolsonaro e se preparem para a revolta do Povo.
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